sábado, 20 de outubro de 2012


Para encerrar o estudo dos animais foi proposto à turminha do 7º ano fazer um painel com vários animais da fauna brasileira. Durante esta atividade contamos com a ajuda de alguns professores e das coordenadoras e o resultado ficou ótimo, eu adorei a experiência e me surpreendi com os alunos que levam o maior jeito pra essas coisas. Parabéns à todos!!! Confiram as fotos.





sábado, 15 de setembro de 2012

Noite Cultural 2012


Ontem foi o encerramento do Projeto Noite Cultural “Clarice Lispector: História, língua e cultura - Uma imigrante na literatura brasileira”... Parabéns a todos os professores e funcionários, alunos, coordenação e direção pelos trabalhos realizados. Agradecemos a presença da comunidade e o apoio dos pais.  Esse projeto oportuniza a aproximação entre educandos, educadores e a comunidade com a literatura brasileira.
 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012



Yin yang


Victor Martins de Almeida1
 

Vilãozinho da vez, o dualismo é o nosso favorito dos holofotes. É o principal responsável por preencher o meio em que vivemos, com bombeadas e mais bombeadas de antíteses, assistindo de camarote o balão terrestre estourar, espalhando ondas sonoras catastróficas, envolvendo toda a sociedade com tua amplitude problemática.
O ser humano ainda não se adaptou aos defeitos colaterais que esta bipolaridade causa. A movimentação acelerada e constante da população estimula diariamente a dualidade sentimental e emocional, sendo o grande motivo dos conflitos sociais entre os sapiens sapiens.
Este estimulante é tão forte que afeta a racionalidade humana, capaz de rebaixar-nos a animais selvagens que atacam uns aos outros em busca da soberania sobre os demais.
Definitivamente, somos controlados por nossa dupla face e não controladores, conflitando os elementos que obrigatoriamente deveriam ser harmônicos.
E para reverter essa situação, faz necessário seguir apenas três simples passos: 1º desacelerarmos um pouco no tempo e se atentar mais para a vida; 2º controlar para não ser controlado e 3º harmonizar e equilibrar nossas faces dualistas, como yin yang2. Pois, o mundo não muda por causa de grandes gestos, mas por pequenas atitudes de amor e solidariedade, proporcionados por este equilíbrio.




1 Aluno do 3º ano “A” do Ensino Médio da E. E. “José Bejo”.
2 Segundo o site http://www.significados.com.br/ying-yang/ acesso em 07/08/12, Ying é o princípio passivo, feminino, noturno, escuro e frio. Ele fica do lado esquerdo da esfera, na cor preta. Yang é o princípio ativo, masculino, diurno, luminoso e quente. Está representado pelo lado direito da esfera.



Valeu Victor muito bom seu texto!!!
Mara fique à vontade para enviar quantos textos quiser!!! Abraços.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mascote do 7º Ano

Depois de alguns dias observando o casulo da Karen olha só quem apareceu hoje, uma bela borboleta!... E olha que esse casulo passeou, veio da casa da Karen pra escola e da escola pra minha casa rsrsrs... Valeu meninas, vocês são 10! Bjoos!







sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Turminha do 7º Ano lá vai mais um pouquinho sobre as abelhas. Bjoos até a próxima aula!

O doce nome das abelhas

Você nem imagina a história por trás do mel que está na cozinha da sua casa!


Quem é que não gosta de mel? Além de saboroso, esse é um alimento benéfico para nossa saúde, pois contém diversos nutrientes. E você certamente sabe que animais fabricam o mel, não é? As abelhas!
 
AbelhaA palavra “abelha” tem origem na palavra ‘apicula’, diminutivo de ‘apis’, que é o nome desses animais em latim (Foto: Muhammad Mahdi Karim/ Wikimedia Commons)
 
 
O tipo de mel mais consumido por nós, e mais encontrado nos mercados, é produzido pelas abelhas da espécie Apis mellifera. Seu nome científico, criado em 1758 pelo sueco Carl Linné, significa, em latim, “abelha que carrega mel”. Só que as abelhas não carregam mel… Elas fabricam!
Pensando nisso, em 1761, Linné “corrigiu” o nome dessa espécie para Apis mellifica, que quer dizer “abelha que fabrica mel”. Mas, anos depois, quando os cientistas criaram novas regras para se batizar os animais, ficou decidido que esse tipo de correção feita por Linné não valia. Assim, o nome Apis mellifera voltou a ser utilizado no lugar de Apis mellifica.
Embora seja a espécie de abelha mais comum no Brasil, a Apis mellifera não é nativa daqui, mas da Europa, da África e da Ásia. As primeiras colmeias foram trazidas de Portugal em 1839 pelo padre Antônio Carneiro – não para produção de mel, mas para fornecer cera para as velas usadas durante as missas.
 AbelhaAs abelhas-africanas fugitivas se reproduziram e se misturaram com as abelhas-europeias dos apicultores, aumentaram em número, e foram se espalhando pelo Brasil, seguindo viagem em direção ao norte. Hoje, é possível encontrá-las até nos Estados Unidos! (Foto: Tiago Gama Oliveira/ Creative Commons)


Poucos anos depois, imigrantes europeus começaram a trazer colmeias para fazer mel em suas propriedades. Até a década de 1950, a produção era bem pequena, e passou a ficar ainda menor com o aparecimento de doenças que quase exterminaram as abelhas.
Foi aí que o Ministério da Agricultura enviou o pesquisador brasileiro Warwick Kerr para trazer algumas abelhas da África para o Brasil. Apesar de também pertencerem à espécie Apis mellifera, as abelhas-africanas são mais resistentes a doenças e produzem mais mel que as europeias. Mas têm um problema: são muito bravas!
A solução foi cruzar abelhas-africanas e abelhas-europeias para produzir descendentes com as melhores características das duas – ou seja, abelhas que produzissem bastante mel, fossem resistentes e, ao mesmo tempo, mansas. Só que a tentativa não deu certo. Antes de as pesquisas terminarem, vinte e seis colmeias africanas fugiram!
Na época foi um alvoroço só, e todo mundo ficou morrendo de medo de ser atacado pelas abelhas-africanas. Com o tempo, elas se espalharam por todo o país e foram se misturando com as colmeias dos criadores de abelhas, os apicultores.
Aos poucos – e com ajuda de cientistas –, os apicultores se acostumaram a lidar com “nova” abelha, que ficou conhecida como “abelha-africanizada”. Na verdade, até passaram a gostar dela porque, embora seja mais brava que sua prima da Europa, não é tão irritada como a africana. Ao mesmo tempo, também fabrica bastante mel e é bem resistente a doenças. Não é à toa que, hoje, o Brasil é um dos maiores produtores de mel do mundo.
 MelAntes de os portugueses chegarem ao Brasil, os indígenas consumiam mel fabricado por abelhas nativas e sem ferrão! Dizem que este mel é até mais saboroso e nutritivo que o da abelha-africanizada... (Foto: Christiano Figueira/ Blogue Abelhas do Brasil)

Henrique Caldeira Costa, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal
Curioso desde criança, Henrique tem um interesse especial em pesquisar a história por trás dos nomes científicos dos animais, que partilha com a gente na coluna O nome dos bichos 
 
Fonte:  http://chc.cienciahoje.uol.com.br/o-doce-nome-das-abelhas/

quinta-feira, 2 de agosto de 2012


Eu não podia deixar de registrar e parabenizar alguns alunos do 6º Ano pela iniciativa e criatividade em construir maquete de uma cidade aproveitando materiais que tinham em casa. Valeu meninos e meninas, eu adorei os trabalhos, o interesse e a iniciativa... Fiquem à vontade para criar... Abraços da prof.ª!!! 




segunda-feira, 30 de julho de 2012

Acabou a moleza é hora de voltar!
Recados