terça-feira, 24 de agosto de 2010

AS PLANTAS


Existe uma grande variedade de plantas, com tamanhos e formas diferentes, desde plantas rasteiras até grandes árvores, e cada uma desempenha o seu papel na natureza.
Se olharmos uma árvore, podemos observar que tudo dela se aproveita. Esse complexo laboratório composto de galhos, folhas, flores, frutos e sementes, tronco e raízes é responsável pela existência de uma grande diversidade de vida. Muitas espécies de mamíferos, aves, insetos, entre outros, precisam delas para viver.
O homem precisa delas para atender grande parte de suas necessidades vitais, como respirar, alimentação, medicamentos, abrigo e muito mais.
Para fechar esta primeira etapa sobre o Reino Plantae os alunos do 2º Ano do Ensino Médio produziram textos referentes à diversidade e importância das plantas. Durante a escrita surgiram vários questionamentos interessantes que serviram de base para a produção. Foi um momento de troca e reflexão de tudo que abordamos no bimestre passado sobre o mundo vegetal... Valeu turma!!!
 Segue abaixo trechos dos textos...  
As plantas são essenciais para ter vida em nosso planeta, para obtermos a preservação desses seres maravilhosos devemos pensar em como estaremos daqui alguns anos sem elas.”
Bruna

“Penso que sem elas não existiríamos, seríamos um nada, então só cabe a nós preservarmos esse tesouro.” 
Camila

 “O Brasil é um país rico em biodiversidade, existem espécies que ainda nem foram identificadas e talvez nem chegue a ser, se o desmatamento desenfreado continuar.”
Juliana
“Podemos dizer que o Brasil tem a maior biodiversidade do planeta, isto é, tem o maior número de plantas e animais diferentes do mundo, por isso temos que ter consciência que devemos cuidar das nossas plantas e animais para manter o equilíbrio biológico.”
Juliete
“As plantas são seres vivos de suma importância para a vida na terra, todas as espécies dependem direta ou indiretamente delas para sua sobrevivência, podemos destacar o fato de estarem na base de toda cadeia alimentar.
Esses seres existem em quase todos os ambientes do planeta e compartilham características semelhantes como a capacidade de produzir seu próprio alimento através da fotossíntese. São compreendidas pelo Reino Plantae e  de acordo com suas características e semelhanças se subdividem em: algas, briófitas, pteridófitas, gimnospermas e angiospermas.”
Ghéssio

“Desmata-se para progredir, mas temos que ter sensibilidade e criarmos estratégias do progresso com sustentabilidade, para assim a natureza ter tempo suficiente para se refazer.”
Thamyres

“As plantas têm um grande papel na nossa sobrevivência como, por exemplo, fonte de alimento, mas nem sempre o homem tem esse conhecimento e muitas vezes agridem o meio ambiente usando queimadas, desmatamentos, lixos e etc.”
Giovani

“As plantas têm grande importância para os seres vivos, porque é através delas que nós respiramos e nutre direta ou indiretamente todos os seres do planeta, INCLUSIVE O HOMEM.”
Wallison

“É muito importante conservarmos as espécies animais e vegetais, pois só assim manteremos o equilíbrio do planeta.”
Susyelle

“A diversidade vegetal é muito grande, por isso para classificar as plantas são usados alguns critérios como: a organização do corpo, presença ou não de tecidos especializados de transporte e o grau de desenvolvimento dos órgãos de reprodução.”
Naia Cristina

“As plantas são seres muito importantes para a vida na terra, através delas é possível um equilíbrio na cadeia alimentar, pois elas são a base desse elo. São autótrofas, ou seja, produzem seu próprio alimento e nos dão sombra, alimento, oxigênio e uma infinidade de outros benefícios.”
Janaína

“Existem vários tipos de plantas com diferentes tamanhos e formas e são elas que garantem a manutenção de vida no planeta.”
Nathyelle

“Em nossas vidas precisamos de gás oxigênio para sobreviver, e são as plantas que nos fornecem esse ar que muitos estão poluindo.”
Lauriane


 

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Por que sentimos choque?

Revista CHC | Edição 134

Elétrons em movimento provocam sensação dolorosa que faz arrepiar nossos cabelos!

Por: Cathia Abreu, Instituto Ciência Hoje/RJ, e Martín Makler, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Publicado em 15/04/2003 | Atualizado em 03/08/2010

Geladeira, freezer , chuveiro, ferro de passar, liquidificador... Todos esses utensílios fazem parte de nosso dia-a-dia e precisam da eletricidade para funcionar. Mas, assim como os eles tornam nossa vida mais fácil, também podem nos proporcionar algo nada agradável: o choque! Isso mesmo! Aquela sensação dolorosa que faz arrepiar nossos cabelos. Para senti-la, basta, por exemplo, tocar sem querer em algum fio desencapado de um eletrodoméstico que esteja em funcionamento. Ou mesmo colocar o dedo, por descuido, em alguma tomada. É um susto e tanto. Mas se há algo de bom nessa experiência é a pergunta que aparece com ela: por que isso ocorreu?

A resposta é a seguinte: quando ligamos um eletrodoméstico na tomada, uma corrente elétrica começa a passar por seus fios. É ela que fornece energia necessária para o aparelho funcionar. A corrente elétrica é constituída por elétrons, minúsculas partículas com cargas elétricas que se movimentam, formando um fluxo. Algo que, se você visse, acharia parecido com uma corrente de água, só que feita de elétrons.

Os elétrons, no entanto, não se movimentam livremente em qualquer material. Eles só fazem isso dentro dos que têm a capacidade de receber e transmitir energia elétrica. Os materiais com essa característica -- como os metais -- são chamados de bons condutores de eletricidade. Mas o curioso é que nós, seres humanos, tais como os metais, também podemos receber e transmitir eletricidade. E é por isso que levamos choque!

Vejamos: quando tocamos em algum fio desencapado ou em uma tomada, a corrente elétrica que passa por ali, se conseguir atravessar a nossa pele, irá seguir livremente pelo nosso corpo. Tudo porque ele possui água e sais e, por essa razão, é um bom condutor de eletricidade. Como a corrente elétrica é a circulação de cargas é preciso que essas cargas possam entrar e sair pelo corpo. Por isso, se estivermos descalços, sentiremos choque porque a corrente passará por nós, do fio ao pé. Também teremos essa sensação se alguma parte do nosso corpo estiver em contato com algum material ou superfície condutora, como a mão numa parede, por exemplo.

Por outro lado, se estivermos usando um chinelo com sola de borracha e não houver contato entre o nosso corpo e outro material, não levaremos choque. A razão é simples: a borracha é um material isolante. Isto é, ela não é um bom condutor de eletricidade. Então, não permite que a eletricidade chegue ao solo e seja descarregada.

É bom saber disso para evitar acidentes! E vale saber também que os impulsos que o cérebro manda para controlar os nossos músculos são também correntes elétricas (que circulam pelos neurônios). Assim, quando a gente leva um choque, os músculos confundem a corrente elétrica trazida por ele com os comandos do cérebro. Resultado: nossos músculos se contraem fortemente.

Então, anote: nunca encoste em fios desencapados, nem mexa em objetos condutores de eletricidade sem conferir se a chave geradora de toda energia da casa está desligada!

Cathia Abreu,
Ciência Hoje/RJ.
Martín Makler,
Instituto de Física,
Universidade Federal do Rio de Janeiro.
CHC 134 Por quê? Eletricidade

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Animais ou plantas?






O ecossistema marinho é rico em biodiversidade. Podemos observar, em rochas litorâneas submersas, inúmeras espécies de diferentes grupos de seres vivos que disputam mínimos espaços e estabelecem diferentes tipos de relação. Nas zonas de recifes, por exemplo, rosas-do-mar (anêmonas) e corais crescem dispersos entre os talos coloridos de muitas espécies de algas. Esses animais fixos exibem belas cores, uma típica simetria radial e lembram flores, com seus tentáculos semelhantes a pétalas abertas. Além disso, eles têm capacidade de fotossíntese, o que, sabemos hoje, deve-se à presença de zooxantelas e zooclorelas, as microscópicas algas que vivem em mutualismo (simbiose) no interior de seus tecidos. Sabemos, por outro lado, que as primeiras classificações zoológicas se baseavam em critérios anatômicos externos e que, por isso, durante muito tempo, os cnidários foram considerados vegetais.
                                                                        (Biologia CÉSAR e SEZAR. Vol. 2, p. 79, Ed. Saraiva.)